25/03/2010

Como trabalha e quanto custa o paisagista ?!

Não é apenas em grandes jardins que o trabalho do paisagista pode ser útil.

Como hoje há cada vez mais terrenos pequenos, elementos como piscina, churrasqueira, caminhos e iluminação têm de ser bem planejados. O profissional faz um projeto, com detalhes, como tipos e quantidades de plantas e materiais, e apresenta um orçamento.

A Associação Brasileira de Arquitetos Paisagistas tem uma fórmula complicada para determinar esse valor:

Honorários = 1,30X (2400 + 240 x a raiz quadrada da área em metros quadrados)

Um projeto de jardim de 50 metros quadrados custa, por essa fórmula 5.326 reais. O valor sobe em situações como terrenos acidentados. Alguns escritórios fazem o projeto e o executam; em outros casos, é preciso contratar separadamente uma empresa de execução de jardins.
O metro quadrado de um jardim pequeno, mas elaborado e com plantas caras, pode chegar a 100 reais.

Como é rara a formação específica na área, a atividade pode ser realizada por arquitetos, engenheiros ou agrônomos especialistas em paisagismo. O importante é o profissional entender não só de plantas, mas também de solos, sistemas hidráulicos e problemas ambientais.

Confira algumas informações:
• Se o jardim já tem árvores, procure mantê-las. Fica mais natural e econômico.
• Cercas vivas revestindo o muro dão sensação de amplitude.
• Arvores com frutas e flores atraem passarinhos. Amoreiras e jabuticabeiras são boas para quem tem pouco espaço.
• Até em apartamentos com terraço pode-se cultivar uma horta. Vasos com temperos como, orégano e sálvia, dão charme a casa.


Fonte de pesquisa: Revista Veja


Banho... relax...ofurô...pode até divertir!

Crianças no japão ...ritual, habito e posívelmente adultos mais tranquilos tbém por isso.




Vale a pena conferir!
Momento atual do aprender:

http://www.youtube.com/watch?v=5wx0GfbC0BA

17/03/2010

Design 2010: quando o menos é mais!
Por Luciano Deos*

O fortalecimento do design brasileiro e o seu papel cada vez mais estratégico posicionam o país como um potencial centro para a geração de novos negócios nesse segmento. Mesmo diante da crise mundial, o setor ganha relevância, credibilidade, consolida sua imagem internamente e se projeta no exterior, abrindo espaço e oportunidades de crescimento.A criação de cursos acadêmicos e a inserção da categoria no Festival Internacional de Publicidade de Cannes, considerado o mais importante evento de comunicação do mundo, trazem amadurecimento e estimula a demanda interna e externa por design. Assim, nesse cenário otimista e de pós-crise, a previsão mais imediata para 2010 é o vínculo cada vez mais forte entre design e inovação, com uma relação de dependência recíproca e saudável. O futuro transcende as tendências sempre associadas aos produtos, já que o design deve ser compreendido como uma disciplina transversal, que se relaciona diretamente a outros nichos, como moda, mobiliário e tecnologia. Diferentemente do que acontece em países como a Inglaterra e Coréia, que contam com políticas e suporte governamental, no Brasil é recente o apoio de organizações públicas e privadas para fomento e financiamento de projetos no setor. Felizmente, isso contribui para que o design passe a ser visto como uma valiosa ferramenta de desenvolvimento. E nesse contexto, a inovação é palavra de ordem.Além da reflexão permanente para diagnosticar novos caminhos ao segmento, um dos desafios para os profissionais do setor será criar alternativas para gerar cada vez mais relevância às marcas. E a vinculação de estratégias de branding com design e inovação revela-se como a solução mais eficiente.Vale dizer que inovação aplicada ao design nada tem haver com excessos ou exageros. Ao contrário. Neste momento, menos é mais! Durante a Revolução Industrial, período marcado por profundas mudanças na sociedade, os novos conceitos de moradia, transporte e produção simplesmente desprezaram o meio ambiente. Hoje, com a evolução da tecnologia e de modelo de produção, a sociedade se redesenha mais uma vez, só que atenta às questões ambientais. O ser humano precisa achar soluções simples para problemas complexos. Os recursos são finitos e, consequentemente, precisam ser preservados.Tal realidade aplicada ao universo corporativo demonstra que, diante desse panorama, as empresas que não forem capazes de se reinventar perderão oportunidades e serão superadas, classificadas como espécies inimigas do progresso. A lógica é mais ou menos essa: quem não investir em inovação e design, ficará um passo atrás. Mas, como quase tudo na vida, sempre há tempo para se repensar.

* Luciano Deos é diretor-presidente do GAD’ e presidente da Abedesign (Associação Brasileira das Empresas de Design).

08/03/2010


Inscrições para meu curso de design de Interior ' O inicio de Tudo" no site: http://www.forumdaconstrução.com.br/
ou
http://www.sitescola.com.br/det_curso.asp?codigo=382

03/03/2010

Casa sustentável: captação de água da chuva e iluminação natural

Na reforma dessa casa, Alice Martins fez uma arquitetura sustentável: ela reaproveita água da chuva, propicia a iluminação natural, recicla materiais e atende um desejo dos filhos: ter lixeiras para separar direitinho o lixo.

Confira no YOUBTUBE!